GESTÃO DO CONHECIMENTO

Um futuro diferente do passado.

CHAVEZ E SEU COMPANHEIRO LULA.

16 16UTC fevereiro 16UTC 2009

Como se distingue ou se reconhece os falsos profetas dos verdadeiros?

Apenas pelos frutos que produzem.

Mas, é preciso lembrar que existem povos carnívoros e estão acostumados a não comer frutos, não são vegetarianos, outros, apesar de vegetarianos comem apenas os caroços, alguns, frutos venenosos e amargos, e por fim, existem povos que nem comem.

Vivem de Populismo.

Quem sabe Chavez não propõe ao companheiro Lula um “PAR” – Programa de Aceleração da Revolução. Com 85% de popularidade e um povo no mínimo carnívoro, vai ser um sucesso.

JUROS cobrados pelo BC.

10 10UTC fevereiro 10UTC 2009

BCE (Banco Central Europeu) injeta US$ 15,384 bilhões a juros fixos de 1,26%

e o nosso BC injetou R$100 bilhões a juros de 8,00% mais taxa de risco.

 

Por que será que os juros pagos por nós não reduzem?

 

Isso tudo em meio uma crise do sistema financeiro mundial.

 

Essa farra vai acabar!

P. A. C.

4 04UTC fevereiro 04UTC 2009

Programa de Alavancagem da Candidata – PAC

 

Fica cada vez mais claro que o conflito mais importante de hoje não é entre ricos e pobres, como nos quer fazer acreditar o Presidente Lula. Menos ainda, entre os grupos étnicos, como se apresentou na eleição do Sr. Obama ou mesmo no conflito em Gaza.

O combate decisivo do nosso tempo é entre os que pretendem preservar a sociedade do século passado e os que estão preparados para ultrapassá-la em busca do futuro diferente do passado.

O balanço de 2 anos do PAC apresentado pelos ministros e a candidata foi algo de patético.

Segundo eles, o governo vai ampliar os gastos com obras do Programa de Aceleração do Crescimento. Os investimentos passam de R$ 504 bilhões para R$ 646 bilhões até 2010, ou seja, mais 142 bilhões.

Outros R$ 502 bilhões estão previstos para a gestão do próximo presidente diz o tal slogan de campanha ou balanço divulgado hoje em Brasília.

Na verdade, dos 35 bilhões do único PAC real, o que é orçamentário, só foram utilizados 18 bilhões, financiados com o juro mais caros do mundo.

Apenas 52% do previsto.

Nem o “Duda” faria uma propaganda tão enganosa quanto a peça do “Balanço de 2 anos do PAC”!

Em um momento tão agudo como o que estamos vivendo como civilização, é preciso seriedade.

Numa economia fechada.

30 30UTC janeiro 30UTC 2009

Carros no Brasil custam bem mais

caro que no exterior. (muito mais caro)

 

Ford Edge aqui tem preço duas vezes maior que no

México. Impostos correspondem a 30,4% do valor final do

produto.

O Brasil não é conhecido somente como o país do samba e do futebol, é também campeão nos altos preços dos veículos em relação a países como Estados Unidos, México, Argentina e outros da União Europeia.

Os números comprovam que o país lidera nesse quesito. Uma picape Toyota Hilux 4X2 cabine dupla, que custa R$ 73.766 no Brasil, é vendida por 88.100 pesos para os “hermanos argentinos”, o equivalente a R$ 59.979,00.

Mais luxuoso, o importado Ford Edge é ofertado no mercado brasileiro por R$ 149.700, mas no México é vendido por menos da metade do preço: 364.000 pesos, ou seja, R$ 59.282,00.

O contraste seria ainda maior ao considerar Estados Unidos ou Europa.

O motivo para tamanha diferença de preços - e que mais gera discussões entre montadoras e governo - é a carga tributária. Isto é o que montadoras e governo querem que nos acreditemos. Nesta divergência existente os dois tem o mesmo objetivo, preços estratosféricos com muito lucro, gerando muitos impostos para o outro. Quem paga?

No Brasil, Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviço (ICMS), Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) representam, em média, 30,4% do valor que chega ao consumidor brasileiro.

“Este mesmo valor para outros países é bem menor. Na Espanha, por exemplo, representa 13,8%; na Itália, 16,7% e nos Estados Unidos, 6,1%”, afirma a vice-presidente da Booz & Company, Letícia Costa. Já os veículos importados de países sem acordo automotivo com o Brasil sofrem com a cobrança da alíquota de 35% sobre o valor do produto.

Entretanto, os impostos não são os únicos vilões. Também vão de “bagagem” outros fatores que exercem forte pressão sobre os preços dos carros.

Um deles é o chamado custo Brasil, que abrange desde o valor da mão-de-obra, deve corrigir dizendo, os encargos da mão-de-obra que é mal remunerada, até o desembaraço alfandegário, no caso da importação de produtos e peças.

Nesse aspecto, destacam-se os gastos com logística, já que o país tem grande extensão e depende, basicamente, de rodovias e portos para transporte. As rodovias, em especial, deixam a desejar em qualidade, ao comparar, por exemplo, com a infra-estrutura norte-americana. Mas o imposto que pagamos é para financiar a infra-estrutura. Quem está levando o dinheiro dos nossos impostos?

 A escala de produção é outro fator que influencia os preços, já que quanto maior o volume fabricado, menores são os gastos. Ao comparar com Estados Unidos, China, Japão e Alemanha, a produção da indústria automobilística nacional é bem menor, com capacidade para 3,5 milhões de unidades por ano. Para ter idéia, somente em 2007, os Estados Unidos produziram 10,780 milhões de veículos.

Esta fala é muito antiga não cola mais. As empresas instalam sistemas manufatureiros de informação intensiva, freqüentemente robotizados, capazes de infinitas variações baratas, até mesmo a produção personalizada, sob medida o resultado revolucionário é, efetivamente, a desmassificação da produção em massa.

De acordo com Letícia Costa, existe ainda a “taxa de conforto”. “Em muitos casos, os fabricantes nacionais, nesta e em outras indústrias, preferem pagar um preço ligeiramente maior por insumos e materiais para evitar problemas com suas cadeias de suprimentos, como greves na polícia federal e problemas com portos”, acrescenta.

Caríssima amiga Letícia, o que você chama de “taxa de conforto” é um dos motivos que gera o desalinhamento dos preços e das moedas, motivo principal da crise do século que estamos e vamos continuar passando até que todos nos conscientizemos.

Explosão da demanda

Fora custos e impostos mais elevados que em muitos mercados, há também a ação da famosa lei da oferta e da procura: quando a demanda supera a oferta os preços sobem e vice-versa. Oferta e procura num mercado fechado, sem concorrência são sempre manipulados. Todo o mundo sabe.

E foi a explosão da demanda do mercado brasileiro que mais influenciou os preços dos produtos até setembro de 2008. Quem construiu a demanda? Se você respondeu as montadoras e o governo, parabéns você acertou.

A farta oferta de crédito levou muitos consumidores às lojas. Com a produção no limite, autopeças, montadoras e concessionários puderam negociar com margem de lucro maior, já que chegou a faltar carro no mercado. Assim, os preços subiram e quem deixou para comprar o carro entre novembro e dezembro, quando a crise abalou o comportamento do mercado e o governo reduziu a cobrança de IPI, fez um melhor negócio. Melhor negócio para o consumidor em economias fechadas é uma fantasia!

Agora, o jogo mudou. Com as vendas de carros em queda, nenhuma montadora se arriscou, até agora, alterar a tabela de preços. “Não existe previsão de aumento de preços, mesmo porque os efeitos de redução de preço de commmodities e a desvalorização cambial ainda não estão claros”, observa Letícia Costa. A alternativa e falsa, nenhum jogo mudou ainda.

Defasagem tecnológica

Infelizmente nossos carros continuam sendo carroças!

A diferença de preços é ainda mais acentuada pela defasagem tecnológica. Na Europa, a General Motors vende o Corsa de duas gerações mais novas do que o modelo vendido no Brasil, com acessórios de segurança de série como ABS, controle eletrônico de velocidade, controle de tração, controle de estabilidade, correção automática altura faróis, airbag de duas fases para motorista e passageiro, antifurto eletrônico, luzes do freio adaptativa (piscam em caso de freada de emergência), direção elétrica, vidros elétricos etc. E o preço de um Corsa na Itália é de 12.401 euros, equivalente a R$ 38.690.A versão mais completa do modelo no Brasil é a 1.8 Super Sport, com valor a partir de R$ 43.546. Entre os itens de série do modelo estão direção hidráulica, sistema de alarme anti-furto, luz de neblina acoplada à lanterna traseira , pedais desarmáveis em caso de colisão, ar-condicionado, vidros e travas elétricos.
O mesmo é observado com produtos de outras montadoras. O Fiat Punto com airbags, antifurto eletrônico, ABS, controle de tração, controle de estabilidade etc., sai por 11.901 euros, ou seja, R$ 37.130. No mercado brasileiro, a versão de entrada do Punto 1.4 custa R$ 38.368,00.

Já o Ford Fiesta, uma geração mais novo, custa 11.151 euros, o equivalente a R$ 34.790 e vem com ABS, airbags dianteiros, laterais e para as pernas do motorista, antifurto eletrônico, direção elétrica, dispositivo para prevenir incêndio, entre outros itens. A versão mais completa do Fiesta no Brasil - com motor 1.6, direção hidráulica, airbag, freios ABS, entre outros itens - sai por R$ 45.685,00.

Agora vejamos outro comentário equivocado:

“O problema na verdade é que o crescimento do mercado interno e outros fatores, como a volatilidade do câmbio e os aspectos ‘normativos e políticos’, acabaram afastando de novo o Brasil dos mercados do exterior”, explica o consultor de mercado e sócio da Creating Value Consultoria, Corrado Capellano.

“Hoje em dia são pouquíssimas as plataformas globais que produzimos. Os nossos produtos não são mais os que eram em 2001 ou 2002, quando podíamos exportar para Europa ou Estados Unidos e competíamos com as fábricas do Leste Europeu e do México”, ressalta Capellano.

Afastar o Brasil dos mercados externos desvirtuando as plataformas de fabricação existentes foi uma decisão tomada pelas montadoras - estrategicamente para não gerarem uma pressão para redução dos preços dos seus automóveis (carroças) no mercado interno. O que aconteceu com a fábrica da Mercedes em Juiz de Fora?

Trabalhar com mercados cativos manteve durante muitos anos a escravidão no mundo.

Cresce Brasil!!!

Obama assina lei

29 29UTC janeiro 29UTC 2009

Obama assina lei que busca

igualdade salarial entre homens e

mulheres

 

Lei Lilly Ledbetter foi a primeira assinada por ele como

 

presidente. Ela facilita o acesso à Justiça em casos de

 

discriminação sobre salários.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou nesta quinta-feira (29) sua primeira lei desde que assumiu o cargo, a de Igualdade Salarial, em um ato emocionante do qual tomou parte Lilly Ledbetter, a trabalhadora que, com sua denúncia, provocou a mudança da legislação nacional sobre o assunto.

Obama assinou a lei em frente às câmeras, ao vivo, e acompanhado do vice-presidente, Joseph Biden, da secretária de Estado, Hillary Clinton, e da própria Ledbetter, que se emocionou ao receber aplausos.

Ledbetter era supervisora da empresa de pneus Goodyear Tire and Rubber Company em Gadsden, no Alabama. Pouco antes de se aposentar, soube que, durante 15 anos, a empresa pagou a ela 40% menos que aos homens pelo mesmo tipo de trabalho.

Por esta razão, entrou com um processo e ganhou, mas a Suprema Corte americana posteriormente rejeitou a ação, em uma votação por 5 a 4, na qual alegou que ela demorou muito para apresentar a queixa.

Segundo a Suprema Corte, a mulher devia ter entrado com o processo em um prazo de 180 dias desde o primeiro cheque “discriminatório” que recebeu.

A lei promulgada nesta quinta-feira por Obama suprime esta decisão.

O texto -que foi aprovado pelo Congresso na semana passada- facilitará os processos judiciais em casos de discriminação sobre salários relacionados à idade, sexo, raça, religião ou país de origem.

Um projeto similar havia sido vetado pelo ex-presidente George W. Bush. 

“Com a assinatura desta lei, estamos defendendo um dos primeiros princípios desta nação; que todos somos iguais e que temos direito a perseguir nossa própria versão da felicidade”, disse o presidente minutos antes da assinatura.

O democrata elogiou Ledbetter, uma mulher que “trabalhou duro e bem” e que, no entanto, ganhava menos que seus companheiros homens, em torno de US$ 200 mil durante seus 20 anos na empresa.

A história de Ledbetter é a “das mulheres de todo o país que ainda ganham US$ 0,78 por cada dólar ganho pelos homens, número que é inclusive inferior no caso das negras”, disse Obama.

Ele explicou que a reivindicação de Ledbetter não é um tema de feminismo, mas de justiça familiar, porque a discriminação salarial faz com que as famílias tenham menos dinheiro para educação, saúde ou para sua própria aposentadoria, algo importante nestes tempos de crise.

 A igualdade salarial foi uma questão delicada durante a campanha eleitoral de 2008, especialmente entre sindicatos e mulheres. Em média, as norte-americanas recebem 23% menos que os homens, enquanto as mulheres pertencentes a outras minorias ganham ainda menos.

 

Os modos certo e errado de ajudar o sistema financeiro

26 26UTC janeiro 26UTC 2009

Autor: George Soros, para o Financial Times

Valor Econômico - 26/01/2009

 

Segundo informações de Washington, a administração Obama pode estar perto de liberar até US$ 100 bilhões da segunda parcela de recursos do programa de ajuda aos ativos problemáticos, para criar um “banco agregador” que se encarregaria de remover os títulos tóxicos dos balanços dos bancos.

 

O plano seria alavancar esse montante em dez vezes, usando o balanço do Federal Reserve (Fed), de modo que o sistema bancário poderia ser aliviado de ativos ruins avaliados em até US$ 1 trilhão.

 

 

Embora os detalhes ainda não tenham sido decididos, essa abordagem lembra a postura originalmente adotada - mas que acabou sendo abandonada - por Hank Paulson, o ex-secretário do Tesouro.

 

A proposta tem as mesmas deficiências:

  • Os títulos tóxicos são, por definição, difíceis de serem avaliados.
  • A introdução de um comprador significativo resultará não no descobrimento dos preços, e sim numa distorção dos preços. 
  • Além disso, os títulos não são homogêneos, o que significa que até mesmo um processo de leilões deixaria o banco agregador com ativos inferiores por causa da seleção adversa.
  • Mesmo com preços inflados artificialmente, a maioria dos bancos não conseguiria marcar os portfólios remanescentes aos preços do mercado e portanto precisariam de ajuda adicional.

 

A solução mais provável é “cercar” seus portfólios, com o Fed absorvendo as perdas que vão além de certos limites.

 

Essas medidas - se implementadas - dariam um suporte de vida artificial aos bancos com custos consideráveis para os contribuintes, mas não colocariam os bancos em posição para retomar a concessão de empréstimos a taxas competitivas.

 

Os bancos precisariam de margens gordas e curvas de rendimento íngremes por um longo tempo para reconstruírem seu capital.

 

 

Na minha visão, um plano de injeção de capital baseado em avaliações realistas, seguido de um corte nas exigências de capital mínimo para os bancos, seria muito mais eficiente no restabelecimento da economia.

 

  • O ponto negativo é que isso exigiria bem mais que US$ 1 trilhão em capital novo.
  • Envolveria uma solução do tipo banco bom/banco ruim, nos casos apropriados.
  • Isso diluiria bastante as participações dos atuais acionistas e poderia colocar a maior parte do capital dos bancos nas mãos do governo.

 

 

A administração Obama tem uma escolha difícil entre nacionalizar parcialmente os bancos, ou deixá-los em mãos privadas mas nacionalizando os ativos tóxicos.

 

O primeiro caminho prejudicaria bastante um segmento amplo da população - não só os detentores de participações nos bancos, como também os beneficiários de fundos de pensão. No entanto, ele limparia o ar e restabeleceria a economia.

 

O segundo caminho significaria evitar reconhecer e encarar as dolorosas realidades econômicas, mas iria colocar o sistema bancário no mesmo dilema que levou à ruína das entidades patrocinadas pelo governo - Fannie Mae e Freddie Mac.

O interesse público determinaria que os bancos deveriam retomar a concessão de empréstimos em condições atraentes.

Entretanto, esses empréstimos teriam que ser fiscalizados pelo governo, porque o interesse próprio dos bancos os levaria a se concentrar na preservação e reconstrução de seu próprio capital.

 

 

As realidades políticas estão empurrando a administração Obama para o segundo caminho.

 

Ele não pode ir ao Congresso e pedir para gastar mais US$ 1 trilhão na recapitalização dos bancos, porque Paulson “envenenou o poço” pela maneira como exigiu e depois gastou o dinheiro no programa de ajuda dos ativos problemáticos.

Mesmo que a segunda parcela do programa - os restantes US$ 350 bilhões - pudesse ser liberada apenas por uma manobra do Congresso.

 

É isso que está levando a administração Obama a contemplar uma reserva de até US$ 100 bilhões dessa parcela para a solução do “banco agregador”.

 

 

O mercado pede uma decisão rápida, ao pressionar as ações do setor financeiro. Mas a nova administração vai evitar os erros da administração anterior, não anunciando um programa antes que ele esteja bem elaborado. A escolha entre os dois caminhos é muito importante: uma vez tomada, será irreversível.

 

 

O presidente Barack Obama poderá cumprir sua promessa de uma abordagem nova e ousada apenas estabelecendo uma descontinuidade com a administração anterior.

 

O Congresso e a população estão certos em achar que muita coisa vem sendo feita pelos bancos e pouca pelos encrencados proprietários de residências.

 

O governo deveria tirar as entidades patrocinadas por ele do limbo e usá-las mais ativamente para estabilizar o mercado imobiliário residencial. Fazendo isso, ele poderia voltar ao Congresso em busca de autorização para recapitalizar o sistema bancário da maneira correta.

 

 

George Soros é presidente do conselho de administração da Soros Fund Management

 

O RESUMO DA ÓPERA.

23 23UTC janeiro 23UTC 2009

O ministro informou que o BNDES havia pedido inicialmente R$ 50 bilhões ao Tesouro, que, complementados pelos R$ 66 bilhões que vai levantar de outras fontes, dariam uma capacidade de empréstimo de R$ 116 bilhões em 2009. O governo, porém, concluiu que, para combater os efeitos da crise mundial sobre o Brasil, o ideal seria colocar mais R$ 100 bilhões no BNDES. Mantega disse que os recursos serão usados para financiar investimentos da cadeia de petróleo e gás, com destaque para a Petrobras, e também para bancar os financiamentos no setor de energia elétrica e de infra-estrutura. “Não faltarão recursos para investimentos no Brasil”, disse.

 

Ministro, não precisava todo esse alarde para falar de algo que todos nos sabíamos que seria feito para manter os investimentos do setor público.

 

Agora, o que precisa ser feito para minimizar os efeitos da crise de confiança para o setor privado da economia real no curto prazo?

 

Os jornais estão repletos de sugestões:

  • Redução dos impostos, federal, estaduais e municipais;
  • Redução drástica dos juros cobrados pelos bancos;
  • Suspensão temporária de alguns impostos;
  • Liberação do FGTS para compra de bens duráveis;
  • Redução de custos trabalhistas.

 

Só podemos agir aqui e agora e deveria ser no estímulo ao consumo. Aumentando a renda de quem vai às compras. Isto é, diminuindo os nossos impostos e juros que somos obrigados a pagar.

EVITANDO DEMISSÕES 2

16 16UTC janeiro 16UTC 2009

Apenas empresas do velho século poderiam estar adotando o corte de pessoal para reduzir custos ou despesas. E seria por mero comodismo. Juros e impostos representam muito mais, em qualquer planilha de formação de custo, do que pessoal.

Será que os cobradores de juros e impostos são tão temidos como eram nos séculos passados? Será que não houve nenhuma evolução social, política, econômica? Será que ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos “donos”?

A falta de disposição para trabalhar duro na busca de soluções criativas e refinadas para os problemas faz a empresa adotar a solução “mais fácil” – o corte de pessoal - que por sua vez alimenta o círculo vicioso e doentio do poder centralizado.

O medo de perder é muito maior do que a vontade de ganhar.

A proposta é tão absurda quanto querer diminuir a população mundial por imaginarmos que não somos capazes de produzir condições mínimas de sobrevivência.

O acirramento da competição afetando receitas e margens, retração geral dos negócios, mudança nas “regras do jogo” da economia etc. Essas não são, na verdade, as causas básicas do problema.

Do ponto de vista de management, a verdadeira base do problema encontra-se no próprio processo de gestão dessas empresas, inclusive a tentativa absurda de manter negócios que não se enquadram mais na economia do novo século.

Elas chegam à situação de corte como resultado de um acúmulo de erros estratégicos e gerenciais, cometidos ao longo de um período (que pode ser de até alguns anos) e teimam em usar velhos métodos para atingir novos resultados. Impossível.

Os governos, inclusive o do Brasil, falam em falta de liquidez nos mercados e colocam dinheiro nos Bancos. Na verdade é pedir ao vampiro para gerenciar o banco de sangue.

Os Bancos não emprestarão, porque estes recursos estão sendo empoçados para defender as posições de parte da economia velha que já quebrou. Mas, sustenta os Bancos que também não têm nenhum sentido numa economia nova, democrática e descentralizada.

Aliás, ninguém precisará de um “ator social” ilíquido, sem compromisso com o desenvolvimento de todos e que ainda cobra muito caro de quase todos, apenas para manter alguns da economia velha. Voltaire há bastante tempo tentou nos alertar quando disse: “O que é roubar um banco comparado com a fundação de um?”.

Agora, de forma patética, estamos como observadores do jogo ridículo de sindicatos contra sindicatos, patronais e dos trabalhadores com poder de representatividade absolutamente falido. Vão negociar o que?

Provavelmente com a dignidade do “trabalho” e do “trabalhador”.

O conflito político mais importante de hoje!

12 12UTC janeiro 12UTC 2009

Parece uma brincadeira mas estava publicado.  Uma pesquisa recente estimou que o setor global de tecnologia da informação gera tantos gases do efeito estufa quanto todas as companhias aéreas juntas.

O estudo de Wissner-Gross afirma que uma busca típica no Google em um computador de mesa gera cerca de 7 gramas de dióxido de carbono.

Para ferver água em uma chaleira elétrica, são emitidos cerca de 14 gramas de dióxido de carbono, ou o equivalente a duas buscas no Google, segundo o físico americano.

Wissner-Gross argumenta que essas emissões de carbono derivam da eletricidade usada pelo terminal de computador e pela energia consumida pelos grandes centros de dados operados pelo Google em todo o mundo.

Apesar de o sistema de buscas americano ser reconhecido pelos seus resultados rápidos, Wissner-Gross diz que ele somente consegue isso porque usa vários bancos de dados ao mesmo tempo, produzindo mais dióxido de carbono que alguns de seus competidores na internet.

Segundo o acadêmico, para cada segundo conectados à internet, geramos 0,02 grama de emissões de carbono.

Por quem este senhor deve estar falando, com essas afirmações sem nenhuma percepção de benefício x custo, sem nenhum compromisso com o conhecimento científico e a sua importância para o Terceiro Milênio.

Fica cada vez mais claro que o conflito político mais importante de hoje não é entre o rico e o pobre, como nos que fazer acreditar o Presidente Lula. Menos ainda, entre os grupos étnicos, como se apresentou na eleição do Sr. Obama ou mesmo o conflito em Gaza.

O combate decisivo do nosso tempo é entre os que pretendem preservar a sociedade industrial e os que estão preparados para ultrapassá-la em busca do futuro diferente do passado.

Hoje, em cada esfera da vida social, em nossas famílias, nossas escolas, nossas empresas e igrejas, nos nossos sistemas de energia e comunicação, nos confrontamos com a necessidade de criar novas formas de convivência para a sociedade do Terceiro Milênio.

Mesmo pessoas que são audaciosamente inovadoras em seu trabalho – nos seus escritórios de advocacia ou laboratórios, suas cozinhas, salas de aula ou companhias – parecem ficar petrificadas à menor sugestão de que as nossas estruturas políticas são obsoletas e precisam de uma revisão completa.

Tão alarmante é a perspectiva de uma mudança profunda, com os riscos inerentes, que o status quo, por mais surrealista e opressivo, de repente parece o melhor dos mundos.

Em contrapartida, temos em todas as sociedades um contingente de pseudo-revolucionários, como Wissner-Gross, impregnados de suposições obsoletas do século passado, para os quais nenhuma mudança proposta é suficientemente radical.

Fanáticos de direita, arquimarxistas, anarco-românticos, demagogos racistas e religiosos intolerantes, guerrilheiros de pijama e terroristas tementes a Deus, sonhando com tecnocracias totalitárias, utopias medievais ou estados teocráticos.

Mesmo quando avançamos aceleradamente para uma nova zona histórica, eles alimentam sonhos de uma revolução inspirada nas páginas amareladas dos credos econômicos de ontem.

A criação de novas estruturas políticas para a civilização do Terceiro Milênio não virá de uma convulsão climática isolada, mas em conseqüência das milhares de inovações e colisões em muitos níveis e em muitos lugares durante décadas.

No entanto, o que se configura à medida que este superdesafio se intensifica não é o replay de qualquer drama revolucionário anterior, como tentam explicar alguns dirigentes – nenhum golpe centralmente arquitetado para derrubar as elites dirigentes por algum “partido de vanguarda” com as massas a reboque; nenhum levante espontâneo, da massa, supostamente catártico, detonado pelo terrorismo.

Muito depende da flexibilidade e da inteligência das elites, subelites e superelites de hoje. Se esses grupos demonstrarem ser tão míopes, desprovidos de imaginação e apavorados como os dirigentes e teóricos do passado resistindo obstinadamente ao mundo do conhecimento, os riscos de violência e destruição serão inevitáveis.

Se, ao contrário, aderirem aos conhecimentos do Terceiro Milênio, se reconhecerem a necessidade de uma democracia ampliada, poderão de fato participar do processo de criação de uma civilização do Terceiro Milênio, provavelmente com Internet e Google.

Hoje, as apostas são muito mais altas, o tempo é mais curto, a aceleração maior, os perigos ainda maiores. Mas, acima de tudo, nunca tantos tiveram tanto a ganhar garantindo que as mudanças necessárias, embora profundas, sejam feitas pacificamente.

As circunstâncias diferem de país para país, mas nunca na história houve tantas pessoas razoavelmente instruídas, armadas coletivamente com um arsenal de conhecimentos tão diversificados. Nunca tantos gozaram um nível de influência tão elevado, precário talvez, mas suficientemente amplo para lhes proporcionar tempo e energia para que alimente preocupações cívicas e ajam.

São as tentativas de bloquear as mudanças e não as mudanças em si, que elevam o nível do risco. É a tentativa cega de defender a obsolescência que cria o perigo.

Não devemos esperar que muitos dos líderes nominais de hoje – presidentes e políticos, senadores e deputados, governadores, empresários e líderes sindicais – desafiem as instituições que, por mais obsoletas que sejam, lhes dão prestígio, dinheiro e a ilusão, senão a realidade, de poder.

A responsabilidade da mudança, por conseguinte, cabe a nós. Precisamos começar conosco, aprendendo a não fechar nossas mentes prematuramente ao que é novo, surpreendente ou aparentemente radical.

Se começarmos agora, nós e nossos filhos poderemos tomar parte na emocionante reconstituição não somente de nossas estruturas políticas obsoletas, mas da própria civilização. Temos um destino a criar.

POLÍTICA MONETÁRIA

5 05UTC janeiro 05UTC 2009

Aumentar o volume de moeda mantendo o seu preço alto (taxa de juro) é valorizá-la ainda mais em detrimento dos produtos e serviços do mercado real.

 

A quem poderia interessar essa Política Monetária??? Responda se souber ou se puder!!!

 

Se olharmos os resultados de novembro de 2008, apesar do superávit, as despesas com juros somaram R$ 10,861 bilhões, o que gerou um déficit nominal nas contas públicas de R$ 8,917 bilhões no período.

No acumulado até novembro, a dívida líquida do setor público atingiu R$ 1,04 trilhão, o que equivale a 34,9% do PIB, informou a autoridade monetária. Vale lembrar que estamos falando de dívida líquida, falta pagar os juros.

Fica então uma grande incógnita; como alguém tem a “coragem” ou a insensatez de chamar estes equívocos de “Política Monetária”.

Nada pode ser tão concentrador de renda e gerar tanto desestímulo à Produção e Consumo, quanto as nossas políticas monetária, tributária, trabalhista, etc., etc., etc., etc.

Para que isso funcione bem, mais uma vez quem paga a conta é o consumidor, cada vez mais pobre. Principalmente os burgueses da Classe Média que trabalha, é roubada e até aprova o governante.

Que País é esse? Keynes nunca imaginou isso!!! Para ele M x V = P x Y.

Por tudo isso:

·         juro alto satisfaz determinados públicos como a inflação interessava a alguns antigamente;

·         o governo não vai parar de arrecadar;

·         administrar despesas seria tão importante;

·         investimentos parecem tão sem importância, a menos que seja para gerar e girar papéis;

·         o dinheiro nas mãos dos bancos brasileiros, quase R$ 500 bilhões, não será emprestado.

Na visão de alguns renomados “economistas” brasileiros que são mais contracionistas, existe o grande risco de adotarmos, como País, uma política de crescimento a qualquer custo. Isto quer dizer, aumento da dívida pública. Mas, isso, poderia ser feito abrindo mercados sem manipulá-los e consumidores com mais renda e menos impostos.

A preocupação dos economistas vale para governos populistas ou autoritários ou ainda sem preparo. É o nosso caso?

É preciso dizer que nas empresas privadas e até algumas públicas, a política de crescimento ou expansionista faz parte delas e dos seus mais tímidos orçamentos. É estratégia de integração produtiva e social, nesta ordem, dos seres humanos – colaboradores que nelas habitam.

Estimula pessoas, grupos, cidades, países e transforma empresas em locais para realizar sonhos e não fantasias financeiras de poder e dinheiro. Claro que num modelo muito mais responsável, holístico que exige líderes metanóicos.

Talvez por isso cause tanta resistência nos espíritos mais arraigados às conquistas já realizadas no passado.

Mas, o momento é de decisão. Precisa ser enfrentado com desprendimento e novas crenças.

Principalmente, admitindo-se que o futuro pode e deve ser diferente do passado. Não apenas melhor, mas quem sabe, infinitamente melhor. Uma sociedade onde nossa herança não será mais o nosso destino.

Cresce Brasil!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

« Posts mais novosPosts mais antigos »

Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://rcsearching.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o servio e siga participando do Terra Blog.