POLÍTICA MONETÁRIA
5 05UTC janeiro 05UTC 2009
Aumentar o volume de moeda mantendo o seu preço alto (taxa de juro) é valorizá-la ainda mais em detrimento dos produtos e serviços do mercado real.
A quem poderia interessar essa Política Monetária??? Responda se souber ou se puder!!!
Se olharmos os resultados de novembro de 2008, apesar do superávit, as despesas com juros somaram R$ 10,861 bilhões, o que gerou um déficit nominal nas contas públicas de R$ 8,917 bilhões no período.
No acumulado até novembro, a dívida líquida do setor público atingiu R$ 1,04 trilhão, o que equivale a 34,9% do PIB, informou a autoridade monetária. Vale lembrar que estamos falando de dívida líquida, falta pagar os juros.
Fica então uma grande incógnita; como alguém tem a “coragem” ou a insensatez de chamar estes equívocos de “Política Monetária”.
Nada pode ser tão concentrador de renda e gerar tanto desestímulo à Produção e Consumo, quanto as nossas políticas monetária, tributária, trabalhista, etc., etc., etc., etc.
Para que isso funcione bem, mais uma vez quem paga a conta é o consumidor, cada vez mais pobre. Principalmente os burgueses da Classe Média que trabalha, é roubada e até aprova o governante.
Que País é esse? Keynes nunca imaginou isso!!! Para ele M x V = P x Y.
Por tudo isso:
· juro alto satisfaz determinados públicos como a inflação interessava a alguns antigamente;
· o governo não vai parar de arrecadar;
· administrar despesas seria tão importante;
· investimentos parecem tão sem importância, a menos que seja para gerar e girar papéis;
· o dinheiro nas mãos dos bancos brasileiros, quase R$ 500 bilhões, não será emprestado.
Na visão de alguns renomados “economistas” brasileiros que são mais contracionistas, existe o grande risco de adotarmos, como País, uma política de crescimento a qualquer custo. Isto quer dizer, aumento da dívida pública. Mas, isso, poderia ser feito abrindo mercados sem manipulá-los e consumidores com mais renda e menos impostos.
A preocupação dos economistas vale para governos populistas ou autoritários ou ainda sem preparo. É o nosso caso?
É preciso dizer que nas empresas privadas e até algumas públicas, a política de crescimento ou expansionista faz parte delas e dos seus mais tímidos orçamentos. É estratégia de integração produtiva e social, nesta ordem, dos seres humanos – colaboradores que nelas habitam.
Estimula pessoas, grupos, cidades, países e transforma empresas em locais para realizar sonhos e não fantasias financeiras de poder e dinheiro. Claro que num modelo muito mais responsável, holístico que exige líderes metanóicos.
Talvez por isso cause tanta resistência nos espíritos mais arraigados às conquistas já realizadas no passado.
Mas, o momento é de decisão. Precisa ser enfrentado com desprendimento e novas crenças.
Principalmente, admitindo-se que o futuro pode e deve ser diferente do passado. Não apenas melhor, mas quem sabe, infinitamente melhor. Uma sociedade onde nossa herança não será mais o nosso destino.
Cresce Brasil!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

