GESTÃO DO CONHECIMENTO

Um futuro diferente do passado.

Crianças Índigo ( II )

27 27UTC agosto 27UTC 2008

Existem cerca de 135 características próprias que distingue os índigos. Algumas se destacam.

Os índigos não apresentam tendências destrutivas; são alegres, pulam, brincam, cantam com freqüência; argumentam com facilidade; são amigos fiéis, conservam as amizades.

Perturbados, perdem a calma, mas recuperam-se rapidamente em um terço do tempo de recuperação das crianças patológicas, com distúrbio de hiperatividade, por exemplo.

Bem orientados, desenvolvem excelente controle emocional; quando desejam alguma coisa em especial, insistem nela até o cansaço; expressam a gratidão com facilidade, que se espelha em seu olhar; são pacíficos; defensores da justiça comprometem-se, por vezes, na defesa dos outros.

São leais, expondo-se a favor dos colegas; não participam de brincadeiras agressivas dirigida a professores ou colegas; aprende rápido e se entediam nas salas de aula, onde não conseguem se manter em silêncio.

Sofrem demais quando seus pais ou professores discutem, brigam ou passam por dificuldades: nessas horas difíceis o índigo se converte em um maravilhoso conselheiro e parceiro.

Sentem que são diferentes dos outros; nem sempre aceitam os rituais impostos pela sociedade; absorvem informações e conhecimentos com verdadeiras esponjas.

Sentem-se, por vezes, como estranhos entre nós; não se submetem a ouvir passivamente aos sermões: ou se fecham ou se irritam e pedem para que parem de falar.

Cobram tudo aquilo que é prometido a eles, não desistem facilmente.

Bem-humorados, são irreverentes até consigo mesmos, sem faltar com o respeito; não aceitam instruções ou ordens descabidas e dizem com freqüência aos adultos: “vocês são estranhos”.

Entre eles e as estrelas existe um elo misterioso: desde crianças são atraídos por elas.

Os Mitos.

Alguns desses mitos: atribuir a eles a condição de “salvadores da humanidade” mesmo que apresentem inteligências bem desenvolvidas, não são “superdotados”.
Acreditar que são isentos de medo, culpa e sofrimento.

Imaginar que sabem todas as coisas e podem ver a aura das pessoas, quando sua condição de índigos não os torna, necessariamente videntes.

“À medida que o meu trabalho com os índigos foi se desenvolvendo, tive ocasião de comprovar que existem no mundo muito deles já adultos e até idosos, que foram tomando consciência de sua identidade, as quais chamamos de Humanos Tipo D, índigos evoluídos”.

O Fato.

Essas criaturas “constituem a expressão do mais alto grau de elevação da raça humana, por causa de milhões de anos de evolução genética, vista essa como um todo”.

Afirmam os estudiosos que “as crianças índigo podem desenvolver rápida e assombrosamente seu potencial físico e emocional, além de vivenciar ao mesmo tempo, o potencial espiritual a partir de um incomum senso de justiça”.

Se as crianças índigo são esses espíritos melhores, só resta estender a elas, todos os recursos ao nosso alcance – materiais, intelectuais e espirituais. Essa é a nossa contribuição.

“Minha filha nasceu em 1988. Aos dois anos já se comunicava perfeitamente. Um dia, quando tinha três e estava no playground, aproximou-se de algumas meninas mais velhas, que riram dela por considerá-la pequena demais para brincar com elas.

Mas não se abalou. Veio falar comigo e me informou de maneira muito séria: mãe, elas não têm idéia de quem eu sou! . O depoimento, de Linda Etheride, revela a precocidade dessas crianças, a mesma observada no caso seguinte, descrito por Sunny Greenberg, avó de um índigo: “Matthew, sete anos, encaixa-se perfeitamente na descrição de uma criança índigo. Depois que visitou no natal do ano passado, enviei a ele uma mensagem pela pessoa com quem me trato, que é intuitiva, a senhora Bobbi Harris. Ele não apenas descreveu as luzes se movendo acima dele no escuro, mas também disse que sentiu como se uma onda de eletricidade estivesse passando por seu cérebro duas vezes. Matthew já falou de sua vontade de voltar para Deus e até de cremação”.

Ryan Malusky, hoje com mais de 26 anos, foi uma criança índigo que sofreu muito e hoje reivindica mudanças sociais: “O sistema de ensino precisa ser urgentemente reestruturado. É absurdo ver um ser humano em desenvolvimento ser tratado como alguém sem valor ou como marginal. Os professores precisam ser pessoas mais equilibradas e ter um treinamento melhor. Muitos deles descarregam nas crianças todos o resultado do seu desequilíbrio. O mesmo ocorre em hospitais psiquiátricos. Os pacientes deveriam ter liberdade para se conectar com o mundo e não ser tratados apenas com medicamentos e isolados dos outros. Os índigos têm ferramentas diferentes para lidar com a vida. Enquanto uma criança comum tem pás para cavar, os índigos têm tratores e escavadeiras. Conseguem cavar mais rápido, mas também muito fundo e sua queda pode ser grande. Se não tiverem equilíbrio, não encontram escadas para subir, ou seja, acabam usando seus dons contra si mesmo”.

Lee Carroll dá o seu próprio testemunho: “Os índigos adolescentes são muito especiais! Cada vez que me encontro ou que passo algum tempo com um desses índigos fico pensando: eu não era assim quando tinha 15 anos. Acabo de ter uma conversa com um adulto muito experiente em um corpo de adolescente! Não é à toa que são considerados estranhos. O mundo jamais viu uma coisa desse tipo e entendo que a maioria das pessoas não compreenda. Mas são as pessoas de que mais gosto nesse mundo: uma estranha combinação de adolescentes desajeitados e antigos sábios. É algo assim que só se acredita vendo”.

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