GESTÃO DO CONHECIMENTO

Um futuro diferente do passado.

O Brasil tem empresários?

30 30UTC agosto 30UTC 2008

Bill Gates iniciou a Microsoft na garagem de casa, depois de pedir desligamento da Universidade de Harvard, quase quebrando a IBM, até então considerada intocável.

Cleber Aquino
Professor da USP

 
Feliz o País possuidor de competentes e dedicados empreendedores, empresários, executivos profissionais e proporciona a eles condições saudáveis de trabalho, de auto-realização, de implementação dos sonhos, dando espaços a explosão do potencial”.

O Japão, um dos maiores PIB do mundo, por causa do desempenho eficaz, relevante e significativo deles, em ações conjugadas com o governo e as elites dessa Nação oriental, pobre de recursos, porém, riquíssima de gente.

Derrotado na segunda guerra mundial, metralhado pelos Estados Unidos por todos os lados, a liderança nipônica, inteligentemente, recebeu montanhas de dinheiro dos americanos e, investiu na criação, modernidade e desenvolvimento de um parque empresarial excepcional, contando apenas com a excelência da mão de obra.

Enquanto isso, o Brasil perdendo tempo, recursos, ao longo dos 500 anos, com brigas ideológicas, partidárias, politicagem, governos fracos, corruptos e um amontoado de empresas/grupos empresariais (com raríssimas exceções), improvisados mal administrados, baixíssimo nível educacional e cultural, resultando num País patinando para chegar ao primeiro mundo, apesar dos ilimitados recursos, enorme mercado consumidor, e extenso território.

Quem é o empresário? figura raríssima no espaço nacional. Hoje refletirei sobre este personagem me ancorando em três empresários e um terrorista de sucesso.

Bill Gates (fundador da Microsoft, USA), Sr Matsushita, criador do grupo do mesmo nome, Tokyo; Olavo Setúbal, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Itaú e o Bin Laden, idealizador e principal dirigente (CEO) da Al Queada, talentosa organização global, solapando os fundamentos do Ocidente, principalmente dos Estados Unidos.

Quais as destacadas características das quatro personalidades? Bill Gates iniciou a Microsoft na garagem de casa, depois de pedir desligamento da Universidade de Harvard, no segundo ano, para fundar a gigante mundial, quase quebrando a IBM até então considerada intocável. Ele está acima e na frente de sua época, cabeça genial, visão de mundo e de longo prazo, enxergando 50 anos na frente.

Ao comunicar os passos futuros da Microsoft, é ridicularizado, apelidado de filosofo, sonhador, utópico, porque as pessoas não têm alcance, onde ele almeja chegar. Seu ponto forte é competir pelo futuro, arquitetar produtos/serviços de demanda não existente (ele cria mercados) ou potencialmente reprimida.

Entregou a direção da Microsoft a uma elite de gestão, sob a presidência do Balmer. Ao dar entrevista em SP, sobre a utilização do tempo, respondeu, ”10% aloco na Microsoft e o restante em coisas sérias”.
O sr. Matsushita, falando aos ”Los Angeles Times”, respondendo a pergunta, quais os objetivos do Grupo Natsushita, ele disse: ”Tornar o mundo satisfeito, feliz, com os nossos produtos e serviços”. A entrevistadora, voltou a carga: E o lucro? O sr. Matsuhita, de forma debochada, penalizado com a falta de grandeza da jornalista, acrescentou, ”minha filha, o lucro é conseqüência. Meu grupo tem uma missão maior do que unicamente amealhar dinheiro”.
A repórter insistiu: O senhor atualmente faz o que? ‘’sou Presidente do Comitê de Paz do Japão; Dirijo a Universidade Matsuhita, formando as lideranças para o século XXI e acompanho as Políticas do Grupo, assentadas em sete (7) princípios filosóficos”. O restante dos encargos da Matsushita, sob a responsabilidade de notáveis executivos, recursos humanos excelentes, uma adulta estrutura organizacional, implementando a estratégia mundial de longo alcance.

Outro exemplo, o Dr. Olavo Setúbal, Presidente do Conselho de Administração do Itaú, grupo empresarial, cujo carro chefe é o banco, ex-prefeito de São Paulo, ex-Ministro das Relações Exteriores, fora da política, ressaltando ser ”impossível se conviver com a lógica partidária”.

Conversando com ele na sede do Itaú, fiz uma interpelação irreverente, depois de longas conversas, sem o telefone tocar, sem interferência de terceiros: Dr. Olavo, o senhor não trabalha? ”Trabalho e muito, porém, com a cabeça”. E, completou, ”porque o dia a dia do Itaú é tocado pela estrutura, executivos e funcionários”. Aproveitando a intimidade, perguntei: E com a cabeça o senhor faz o que? Ele informou, ”parte da minha mente, olho o século XXI e com a outra cuido da estratégia do Itaú. O Banco atropelou o Unibanco e marca colado o Bradesco. O que uma ”cabeça” brilhante pode fazer no êxito de um negócio e pelo desenvolvimento do País.

O Bin Laden (exemplo didático, favor não confundir com a defesa de terrorismo), vivendo em cavernas, fugindo a cavalo, idealizador e líder de uma organização de alta produtividade (Al Qaeda), constituída de fanáticos motivados a morrer por uma causa (algum funcionário, acionista no Brasil morreria pela empresa?), estrutura descentralizada, pioneiro em unidade de negócios (Bases espalhadas pelo mundo), ligados por uma ideologia, valores afins, por uma refinada estratégia mundializada e com o uso do ”cérebro” de pensamento não convencional, realizou, com êxito, os atentados de 11 de setembro/2001, em NY, deixando os Estados Unidos desnorteados - o mundo também -, inclusive o sofisticado sistema de defesa da mais poderosa e avançada máquina de guerra do planeta. E o serviço de inteligência dos Estados Unidos (CIA, FBI, etc.), altamente sofisticado, não consegue localizar esse terrorista.

Se o Bin Laden tivesse canalizado sua genialidade aos negócios, seria um exitoso empresário, pelo menos vitorioso Executivo. Como Presidente da Varig, a Cia não estaria a beira da falência, nem seria um show de incompetência.

E, quais as lições extraídas dos quatro exemplos, como subsídios no desenho do retrato falado do bem sucedido empresário século XXI?

Todos dotados de mentes brilhantes, cérebros privilegiados, pairando acima das futricas organizacionais, cidadãos do mundo, visão alongada, engenhosos estrategistas, viajados sem limites de fronteiras, lidos, cultos, fundando, liderando empresas/grupos empresariais com sólidas estruturas, vocacionados a perpetuidade dos negócios. Possuem grandeza de espírito. O Bin Laden, apesar de terrorista, idealiza implantar outra civilização, mesmo porque, o Ocidente está doente.

Exercem papéis de empresários, estadistas, atuando fora das empresas, valorizam e respeitam as elites de gestão, não tem insegurança de conviver com pessoas talentosas, visualizam os empreendimentos além do mero ato corriqueiro e mesquinho de ganhar dinheiro.

As empresas mencionadas, sobretudo, a Al Qaeda, possuem avançadas políticas de RH, com a mão de obra demonstrando devoção a missão do negócio. Talvez a mais precária nas relações de trabalho, seja o Itaú, curiosamente, empresa brasileira. Homens de capacidade intuitiva, auto didatas (Bill Gates largou Harvard, dr. Olavo Setúbal, engenheiro pela Politécnica da USP, sr. Matsushita não estudou, idem o Bin Laden, todos aprendizes com a vida e o mundo), mesmo salvos da escola tradicional, são estudiosos, ávidos leitores, ampla compreensão da conjuntura e das relações internacionais.

De posse dessas reflexões e dos exemplos apresentados, cabe ao leitor concluir: O Brasil tem empresário?
Cleber Aquino - Professor da Universidade de São Paulo (USP), Coordenador de ”História Empresarial Vivida”, Consultor de Alta Gestão, escreve, quinzenalmente, aos domingos, em O POVO.

Crianças Índigo ( II )

27 27UTC agosto 27UTC 2008

Existem cerca de 135 características próprias que distingue os índigos. Algumas se destacam.

Os índigos não apresentam tendências destrutivas; são alegres, pulam, brincam, cantam com freqüência; argumentam com facilidade; são amigos fiéis, conservam as amizades.

Perturbados, perdem a calma, mas recuperam-se rapidamente em um terço do tempo de recuperação das crianças patológicas, com distúrbio de hiperatividade, por exemplo.

Bem orientados, desenvolvem excelente controle emocional; quando desejam alguma coisa em especial, insistem nela até o cansaço; expressam a gratidão com facilidade, que se espelha em seu olhar; são pacíficos; defensores da justiça comprometem-se, por vezes, na defesa dos outros.

São leais, expondo-se a favor dos colegas; não participam de brincadeiras agressivas dirigida a professores ou colegas; aprende rápido e se entediam nas salas de aula, onde não conseguem se manter em silêncio.

Sofrem demais quando seus pais ou professores discutem, brigam ou passam por dificuldades: nessas horas difíceis o índigo se converte em um maravilhoso conselheiro e parceiro.

Sentem que são diferentes dos outros; nem sempre aceitam os rituais impostos pela sociedade; absorvem informações e conhecimentos com verdadeiras esponjas.

Sentem-se, por vezes, como estranhos entre nós; não se submetem a ouvir passivamente aos sermões: ou se fecham ou se irritam e pedem para que parem de falar.

Cobram tudo aquilo que é prometido a eles, não desistem facilmente.

Bem-humorados, são irreverentes até consigo mesmos, sem faltar com o respeito; não aceitam instruções ou ordens descabidas e dizem com freqüência aos adultos: “vocês são estranhos”.

Entre eles e as estrelas existe um elo misterioso: desde crianças são atraídos por elas.

Os Mitos.

Alguns desses mitos: atribuir a eles a condição de “salvadores da humanidade” mesmo que apresentem inteligências bem desenvolvidas, não são “superdotados”.
Acreditar que são isentos de medo, culpa e sofrimento.

Imaginar que sabem todas as coisas e podem ver a aura das pessoas, quando sua condição de índigos não os torna, necessariamente videntes.

“À medida que o meu trabalho com os índigos foi se desenvolvendo, tive ocasião de comprovar que existem no mundo muito deles já adultos e até idosos, que foram tomando consciência de sua identidade, as quais chamamos de Humanos Tipo D, índigos evoluídos”.

O Fato.

Essas criaturas “constituem a expressão do mais alto grau de elevação da raça humana, por causa de milhões de anos de evolução genética, vista essa como um todo”.

Afirmam os estudiosos que “as crianças índigo podem desenvolver rápida e assombrosamente seu potencial físico e emocional, além de vivenciar ao mesmo tempo, o potencial espiritual a partir de um incomum senso de justiça”.

Se as crianças índigo são esses espíritos melhores, só resta estender a elas, todos os recursos ao nosso alcance – materiais, intelectuais e espirituais. Essa é a nossa contribuição.

“Minha filha nasceu em 1988. Aos dois anos já se comunicava perfeitamente. Um dia, quando tinha três e estava no playground, aproximou-se de algumas meninas mais velhas, que riram dela por considerá-la pequena demais para brincar com elas.

Mas não se abalou. Veio falar comigo e me informou de maneira muito séria: mãe, elas não têm idéia de quem eu sou! . O depoimento, de Linda Etheride, revela a precocidade dessas crianças, a mesma observada no caso seguinte, descrito por Sunny Greenberg, avó de um índigo: “Matthew, sete anos, encaixa-se perfeitamente na descrição de uma criança índigo. Depois que visitou no natal do ano passado, enviei a ele uma mensagem pela pessoa com quem me trato, que é intuitiva, a senhora Bobbi Harris. Ele não apenas descreveu as luzes se movendo acima dele no escuro, mas também disse que sentiu como se uma onda de eletricidade estivesse passando por seu cérebro duas vezes. Matthew já falou de sua vontade de voltar para Deus e até de cremação”.

Ryan Malusky, hoje com mais de 26 anos, foi uma criança índigo que sofreu muito e hoje reivindica mudanças sociais: “O sistema de ensino precisa ser urgentemente reestruturado. É absurdo ver um ser humano em desenvolvimento ser tratado como alguém sem valor ou como marginal. Os professores precisam ser pessoas mais equilibradas e ter um treinamento melhor. Muitos deles descarregam nas crianças todos o resultado do seu desequilíbrio. O mesmo ocorre em hospitais psiquiátricos. Os pacientes deveriam ter liberdade para se conectar com o mundo e não ser tratados apenas com medicamentos e isolados dos outros. Os índigos têm ferramentas diferentes para lidar com a vida. Enquanto uma criança comum tem pás para cavar, os índigos têm tratores e escavadeiras. Conseguem cavar mais rápido, mas também muito fundo e sua queda pode ser grande. Se não tiverem equilíbrio, não encontram escadas para subir, ou seja, acabam usando seus dons contra si mesmo”.

Lee Carroll dá o seu próprio testemunho: “Os índigos adolescentes são muito especiais! Cada vez que me encontro ou que passo algum tempo com um desses índigos fico pensando: eu não era assim quando tinha 15 anos. Acabo de ter uma conversa com um adulto muito experiente em um corpo de adolescente! Não é à toa que são considerados estranhos. O mundo jamais viu uma coisa desse tipo e entendo que a maioria das pessoas não compreenda. Mas são as pessoas de que mais gosto nesse mundo: uma estranha combinação de adolescentes desajeitados e antigos sábios. É algo assim que só se acredita vendo”.

Parece que foi ontem!!!

6 06UTC agosto 06UTC 2008

A 63 anos no dia 06 de Agosto "um esforço tecnológico"

foi jogado sobre Hiroshima e Nagasaki matando cerca

de 200 mil seres humanos.

Como nos disse Albert Einstein, a preocupação com o

bem-estar do ser humano deve ser sempre o objetivo

principal de todo o "esforço tecnológico".

Um dia seremos capazes de transformar o nosso dicurso

em Ações coerentes.

Aí, sairemos da guerra para o Bom Combate.

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