GESTÃO DO CONHECIMENTO

Um futuro diferente do passado.

As crianças Índigo ( I )

27 27UTC junho 27UTC 2008

Segundo a National Foundation for Gifted and Creative Children (Fundação Nacional de Crianças com Habilidades Especiais), citada por Doreen Virtue – psicóloga e escritora, com vários livros publicados, fundadora e diretora do Hospital Psiquiátrico da Mulher de Cumberland, Estados Unidos.

A criança índigo demonstra sensibilidade extrema; tem excesso de energia; entendia-se com facilidade e parece ter dificuldades de concentração; necessita da presença de adultos emocionalmente estáveis e seguros ao seu redor.

Resiste a qualquer tipo de autoridade que não seja exercida de maneira democrática; tem métodos próprios de aprendizado, especialmente no que se refere à leitura e matemática; frustra-se facilmente quando suas idéias não podem ser colocadas em prática por falta de recursos ou compreensão por parte das pessoas; aprende pela própria experiência, recusando-se a seguir metodologia repetitiva ou passiva;

Se dispersa facilmente, a não ser que esteja envolvida em alguma tarefa que lhe desperte grande interesse; é muito emotiva e teme a perda ou a morte das pessoas que ama; traumatiza-se com seus erros e podem desenvolver bloqueios permanentes de aprendizado. Para Doreen, “creio que se trata de uma descrição bastante precisa das crianças índigo”.

A esses indicadores, acrescenta uma observação que considera de grande importância, um alerta: “Essas crianças podem se retrair quando se sentem ameaçadas ou rejeitadas e acabam sacrificando sua criatividade para serem aceitas”.

Ainda segundo Dreen Virtue, “especialistas em metafísica afirmam que as novas crianças que estão nascendo têm maior consciência espiritual. Isso não significa que todos os índigos se tornarão grandes mestres ou guias espirituais, mas que simplesmente são diferentes de nós quando nascemos”.

Mas, se isso é verdade, qual o motivo dessa mudança?

Segundo esses especialistas, essas crianças eram muito esperadas e representam a prova da evolução humana em relação à energia velha das gerações anteriores. São almas antigas que vieram para trazer paz e esperança ao planeta, começando por seu lar. Preocupam-se mais com sua família do que as crianças em geral e demonstram ter sabedoria além do normal.

Nascem com instintos humanitários e os demonstram desde pequenos. Sabem que não representam um passo adiante da evolução(…). Muitos pesquisadores e teólogos que acompanham de perto esse fenômeno planetário acreditam que ele seja a realização de muitas profecias. “É uma mudança na humanidade que vai muito além da simples transição para o novo milênio”.

Essa “mudança” a que se refere Doreen é uma visão realista que assinala a dramática transição que estamos vivendo no planeta.

Opera-se presentemente um desses movimentos gerais, destinados a realizar uma remodelação da Humanidade. A multiplicidade das causas de destruição constitui sinal característico dos tempos, visto que elas apressarão a eclosão dos novos tempos. São as folhas que caem no outono e às quais sucedem outras folhas cheias de vida, por quanto a humanidade tem suas estações, como os indivíduos têm suas várias idades. As folhas mortas da humanidade caem batidas pelas rajadas e pelos golpes de vento, porém, para renascerem mais vivazes sob o mesmo sopro de vida, que não se extingue.

Valdeniza Sire Salvino, psicóloga clínica licenciada em pedagogia, convive com crianças e adolescentes que apresentam sinais dessa nova geração:

“Na minha prática profissional, na psicologia e na pedagogia, tenho a oportunidade de atender casos de crianças e jovens que seguramente posso classificar como índigos”. Entre eles gostaria de citar o caso de M.C., hoje com 18 anos, um índigo conceitual, segundo classificação que consta do livro Crianças índigo.

Desde seus oito anos, acompanhei a dificuldade dos familiares de M.C., que são de classe média, e das autoridades escolares que não compreendiam a maneira de ser dessa criança. Inteligente, mas manifestando dificuldades de aprendizagem, era mais interessado em coisas do que em pessoas. Em sala de aula parecia estar alienado, mas, quando solicitado, era capaz de repetir tudo o que a professora havia dito. Inquieto e muito curioso, foi diagnosticado como portador do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).

Outro caso é o do adolescente C.A., 17 anos, cuja mãe é professora e que vivia em pânico diante do comportamento do filho, completamente fora dos padrões.

O Perfil Índigo Humanista corresponde exatamente à descrição desse tipo: extremamente sociável conversa com todos, é muito simpático, tem opinião própria e discute com os professores e até com os diretores da escola que freqüenta quando deseja entender alguma coisa. Quer ser advogado para defender a justiça, que entende deve ser mantida pela autoridade moral e não pela força do poder. Ele é quem decide quando deve ir à terapia, geralmente por causa de algum problema que esteja enfrentado. Quando o considera solucionado, despede-se e só retorna ao consultório quando entende que assim é necessário.

Outros casos semelhantes a esses confirmam, para mim, que os índigos são os agentes de transformação que vão modificar a sociedade. Eles nos obrigam a repensar nossas atitudes, nossas posturas diante da família, da sociedade. “Não são nem entendidos e nem respeitados porque o modelo atual, tanto pedagógico quanto médico, social e familiar não está apto a compreendê-los”.

Quer queiramos ou não, precisamos ampliar a nossa visão nesse sentido e, com alegria, percebermos que os novos tempos já chegaram. Vamos pesquisar atuar com essas crianças conhecendo-as melhor, aprendendo com elas, permitindo que manifestem suas potencialidades e direcionando-as melhor, aprendendo com elas, permitindo que manifestem suas potencialidades.

Para isso, contamos com a pedagogia Waldorf, criada por Rudolf Steiner, que respeita o ser em sua integridade física, psíquica e espiritual.

Ruth a “Dama” primeiro

25 25UTC junho 25UTC 2008

“A sociedade brasileira hoje não espera tudo do Estado. Toma a iniciativa, inova e experimenta. Parcerias entre múltiplos atores ampliam a eficiência e a sustentabilidade das ações sociais. O desenvolvimento do Brasil passa pelo investimento em capital humano e em capital social”. Ruth Cardoso - Fundadora da Comunitas.

Esta crença da antropóloga e ativista Ruth, pois era assim que a chamava o nosso presidente FHC, mostra claramente o quanto estava à frente do seu tempo e nos deixa um imenso vazio ideológico.

Para citarmos apenas a Comunidade Solidária a distância cresce ainda mais. Programa que implantou e sempre propôs a “Integração Produtiva” antes de qualquer ação assistencialista ou Integração Social, estimulando dignidade, auto-realização a cada um dos seres humanos.

Para maioria de nós fica a sensação que muito foi realizado da sua obra idealizada. A quem conviveu com a amplitude de suas crenças ficou a visão clara das pegadas que deixou.

A Comunidade Solidária criou um novo padrão de projetos sociais no Brasil, onde o desenvolvimento é investimento em capital humano e em capital social:

• Toda pessoa tem capacidades, habilidades e dons. Toda comunidade tem potencialidades e ativos.

• Recursos financeiros podem ser escassos, mas ativos como ‘capital social’ – relações de confiança e colaboração entre as pessoas, redes de proteção e ajuda mútua – existem em volume superior ao que se imagina.

• Combater a pobreza não é transformar pessoas em beneficiários passivos de programas assistenciais. Combater a pobreza é fortalecer as capacidades e os recursos da comunidade.

• A sociedade brasileira é hoje informada, participante e responsável. Não espera tudo do Estado. Toma iniciativas por conta própria, denuncia, propõe, inova e experimenta.

Parabéns Ruth nossa “dama" primeiro por esta “aventura de sucesso”. E que na próxima, se houver, esteja aqui no Brasil conosco ensinando-nos a crescer.

Talentos.

20 20UTC junho 20UTC 2008

Pergunta de um Empresário:

-Cada vez mais tenho precisado de pessoas bem preparadas e tenho sentido grande dificuldade de encontrá-las no mercado. Essa dificuldade é apenas de alguns segmentos? E o que fazer para encontrar esses “talentos”?

Resposta:

1º. – Busque “potencial” primordialmente, e não experiência, isso significa abrir as portas da empresa, até para pessoas que nada têm em comum com o que a empresa faz hoje.

2o. – Evite escolher pela aparência e critérios secundários; concentre-se no básico. A sua empresa pode dar conhecimentos especializados, desenvolver habilidades. Mas, dificilmente poderá mudar o caráter. Buscar talento é buscar potencial.

3o. – A empresa envolvida num processo sério de crescimento e competição, começa o processo de seleção na base, buscando todo o tempo o melhor.

4o. – Escolha cuidadosamente as pessoas que irão participar dos processos de seleção na sua empresa. Evite armadilhas, como delegar o processo a pessoas ou organizações preconceituosas e sem sensibilidade, e que farão o trabalho de forma rotineira.

5o. – A empresa precisa alocar energia e recursos de forma mais freqüente para conseguir bons resultados, exigindo o envolvimento de todos os executivos e não apenas “cobrando” da área de Recursos Humanos.

6o. – Evite investir apenas nos momentos de crise. Formar pessoas é um grande caminho. Exige persistência e tempo, mas pode levar a resultados excepcionais.

7o. – Tente evitar o ciclo vicioso gerado por executivos que buscam trazer os perfis à sua própria imagem. Buscar pessoas no mercado, principalmente talentos, não deve se restringir à multiplicação de “clones” dos que estão dentro. Isto pode levar a um enfraquecimento de força humana

Reter Talentos

Pergunta de um Empresário:

Se “eu” não tenho condição de pagar “bons salários”, como atrair e reter pessoal competente – talentos?

Resposta:

Esta é uma questão absolutamente prática, vivida diariamente por pequeno-médias e grandes empresas, portanto, tentaremos respondê-lo com clareza que merece a questão, comentado-a por partes:

Salário Relativo – É absolutamente necessário entender que salário também varia com o tamanho das empresas, ou seja, cargos de mesmo nome recebem remunerações diferentes, dependendo do tamanho da organização.

Autoconhecimento – Você, então, precisa saber qual o tamanho “verdadeiro” da sua empresa hoje, e mais, você precisa saber para onde está indo.

Visão Organizacional – Como conseqüência você tem obrigatoriamente, se quiser ter sucesso, crescer sua empresa e até pagar melhores salários, ter uma “visão” viva – clara da empresa. O que somos! Quem somos! Para onde vamos! Quanto queremos ganhar e com quem podemos contar nesta jornada – caminhada. Empresariar deve ser uma aventura, sempre.

Comunicação – Não basta ter uma “visão clara”, não esqueça de comunicá-la para todos, externa e principalmente internamente. Talentos são atraídos e se fixam em empresas que tem visão-clara do que são.

Inovação – Para competir mais eficazmente as empresas precisam inovar, para inovar é preciso talento – é preciso gente; para atrair talentos é preciso ser vista como uma empresa aberta / inovadora. Empresas reconhecidamente inovativas ou inovadoras, atraem talentos de forma natural, sejam recém-formados, especialistas, executivos, técnicos e trabalhadores operacionais.

Reinvenção – Reinvente o sistema de remuneração, compensando objetivamente produtividade e criatividade. Equipes responsáveis devem participar dos resultados que produzem. Por exemplo, com: - Planos de bônus; - Planos de incentivos com ações; - Distribuição direta do resultado Trabalhe sempre com a sua realidade organizacional, para que as essas compensações sejam alcançáveis, e não se tornem tentativas de manipulação.

Cargo Ampliado – Enriqueça o trabalho. Esta prática de ampliar o conteúdo de um cargo é tão estimulante para o “colaborador” quanto o próprio salário, que passa a ver na função um novo desafio habilitado em diversas funções, mais sensível ao todo.

Saúde e Bem-estar – Demonstre, de forma palpável, a preocupação que a sua empresa tem com a saúde do seu pessoal. Não apenas com programas de cuidados médicos e assistência médico-hospitalar, que por vezes se tornam potencialmente muitos caros. Desenvolva programas preventivos, mantendo o próprio ambiente de trabalho mais saudável, refeitórios com dietas e refeições balanceadas, newsletters e boletins com conselhos sobre saúde e bem-estar, e não se esqueça que banheiros limpos fazem muito bem a todos nós.

Localização – A simples localização da sua empresa pode ser um diferencial para atrair novos talentos. Os recursos atuais e a tecnologia da sociedade da informação, alterou os critérios de decisão de localização para maioria dos empreendimentos que anteriormente procuravam lugares que oferecessem a melhor infra-estrutura; transportes, recursos naturais, água, proximidade aos mercados. O objetivo agora é qualidade de vida, bom clima, boas escolas, oportunidades culturais e recreativas e melhores condições para casais que trabalham.

Salário Emocional – Salário Emocional existe mesmo, e é real e pode ser alcançado por qualquer organização, desde que, tenha uma ideologia consistente. Basta lembrar que trabalhamos até sem remuneração, apenas pelo salário emocional, quando voluntariamente nos dedicamos a uma causa que nos motiva e sensibiliza.

Ao contrário do que se poderia imaginar à primeira vista, atrair e reter pessoal competente não é apenas uma questão salarial.

Finalmente, quando as empresas definem e tornam públicas suas intenções, elas atuam com ímãs para pessoas talentosas e autodirigidas, que buscam um canal para realizar seus objetivos pessoais dentro de uma organização com a qual elas se identifiquem.

A Amazônia.

4 04UTC junho 04UTC 2008

Segundo as mídias escritas, faladas, televisadas e eletrônicas, a Amazônia só no mês de Abril, foi “desmatada” o equivalente a cidade do Rio de Janeiro.

Se submetermos tal tratamento comparativo do dado, em 355 anos, ou seja, no ano de 2363 depois de Cristo, toda a Amazônia terá sumido do mapa.

Consequentemente, todos os rios da região Sudeste estarão extintos e possivelmente todos os brasileiros se não estiverem morando em Marte.

Não posso conceber que uma mídia que se diz independente, investigativa, educadora, preocupada com a qualidade da informação, longe a muito do sensacionalismo barato, divulgue um dado tão descomprometido. Mais grave é que atribui o fato a outro, dizendo que a ela Imprensa, só cabe informar.

Queridos amigos jornalistas, publicitários, relações públicas, não joguem pelas janelas da vida o que a nossa tenra Democracia tem de mais belo e importante; a liberdade responsável de expressão, que deveria ser exercida por todos, mas principalmente por quem faz dela uma Profissão.

Uma oportunidade dessa como a Amazônia para o Brasil, pode representar para o Mundo um modelo de desenvolvimento consciente e responsável, longe das manipulações de capitais especulativos e suas commodities.

Precisamos informar “educacionalmente” às nossas massas. Levemos conhecimento, ou sejamos dignos de assumir a nossa incompetência como Mídia Educacional.

O papel educativo não pode e não deve ser negligenciado com pena de negociarmos com a nossa integridade profissional e o poder que temos para ajudar na construção do mundo que sonhamos, diferente daquele que herdamos transferido na atualidade para os interesses conservadores de governos e capitais do século passado.

Todo o “bônus” de uma profissão tão nobre, trás consigo o “ônus” da Dignidade Profissional.

Quanto às profissões vale lembrar Albert Einstein que nos disse: “Não basta ensinar ao homem uma especialidade. Porque se tornará assim uma máquina utilizável, mas não uma personalidade. É necessário que adquira um sentimento. Um senso prático daquilo que é belo, do que é moralmente correto. A não ser assim ele se assemelhará, com seus conhecimentos profissionais, mais a um cão ensinado do que a uma criatura harmoniosa e desenvolvida. Deve aprender a compreender as motivações dos homens, suas quimeras e suas angústias para determinar com precisão seu lugar exato em relação a seus próximos e à comunidade”.

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